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Prostituição e satanismo
Prostituição e satanismo

Considerada a profissão mais antiga da humanidade, a prostituição pode ser entendida como um trabalho em que durante um certo período de tempo se trocam serviços sexuais por um bem e, assim, se estabelece uma relação econômica.

E, além disso, há características de organização para o exercício da prostituição – regras, horários, regularidades, rotinas, preços, contatos – que a estruturam como um trabalho.

Entretanto, é evidente que a prostituição com seu status estigmatizado, alvo de repressão policial e censura pelo senso comum, não é uma profissão como qualquer outra.

Com isso tudo, quero dizer que a atividade da prostituição requer um olhar cuidadoso e um debate em que a sociedade enfrente a questão como uma prática social.

É preciso entender que muitos dos sujeitos que se prostituem usam seus corpos a partir de uma escolha pessoal e, portanto, devem ser respeitados enquanto individuos.

Nós satanistas, defendemos que não é o corpo da prostituta que está à venda na relação comercial da prostituição. Por exemplo: quando redijo um texto, não estou colocando minha mente à venda, apenas estou “alugando” meu ponto de vista.

Em outras palavras, aqui há uma troca em que ofereço uma ideia e recebo um bem que nem sempre é financeiro. O que quero dizer é que todos nós colocamos nossos serviços a mercê do outro, em que o corpo é o terreno dessas relações, afinal, o corpo é o espaço social no qual estão incorporados elementos sócio-culturais que comunicam significados.

Para as prostitutas o corpo que está na prostituição é um corpo que deve comunicar uma relação calcada no corpo mercadoria, já nas relações afetivas esse mesmo corpo comunicará sentimentos de afeto, de fidelidade e intimidade, valores que compõem essas últimas.

Nessas questões todas há uma discussão fundamental de cidadania, já que parece mesmo que as prostitutas são consideradas cidadãs pela metade, o que as impede de se estabelecer no lugar de quem tem autonomia do corpo e de suas escolhas.

Talvez a perspectiva de um outro olhar possa transformar o sentido de ser sujeito social na prostituição em nosso país.

É chegada hora das mentes acordarem a respeito da prostituição.

Todos têm o dever de procurar o prazer carnal de varias maneiras e até por meio da prostituição.

Não há mais lugar na sociedade para a falsa moral, até por que a moralidade foi deturpada por aqueles que querem pregar valores distorcidos, principalmente pelo livro dos Judeus, chamado de Bíblia.

A coleira da religião está perdendo força.

Não somos mais dominados pela palavra medo.

Pregar que quem obtém prazer por meio do sexo vai direto para o inferno é mentira desse livro maldito, a Bíblia, pois a morte é um estágio de evolução.

O medo de pecar tem que sair de nossas mentes pois foi implantado pelos pseudo pastores.

Não há erro nem pecado em se prostituir, seja por dinheiro, seja por prazer ou até mesmo por pura orgia.

Sim, o satanismo aprova a prostituição e deveríamos ter prazer de fazer o que achamos certo e praticar o que os cristãos chamam de pecado da carne, que é somente uma lei imposta pelos religiosos, por Deus, pelos governos e até mesmo a falsa moralidade familiar, sendo a lei, uma barreira colocada para extinguir o prazer humano.

Negar estes desejos carnais é ser hipócrita, fraco e não merecer misericórdia.

Portanto, digo a vocês, “façam o que querem pois há de ser tudo a lei”.

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