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O Igreja católica contra o satanismo
O Igreja católica contra o satanismo

Em 1486, dois padres da ordem dominicana, escreveram um dos mais cruéis manuais de extermínio de todos os séculos: o “Malleus Maleficarum”, descrevendo o que para eles eram sintomas para identificar os filhos das trevas, ou seja, os seguidores de Satanás:

  • Eram em sua maioria mulheres, por serem mais impressionáveis, perfídias, carnais e vingativas;
  •  Matam, enfeitiçam e induzem pragas em animais;
  •  Voam em vassouras à noite;
  •  Causam impotência, esterilidade, abortos e expulsão do feto;
  •  Bebem sangue das crianças que não foram batizadas e as comem;
  •  Matam ou amaldiçoam pessoas simplesmente ao olhar para elas;
  •  Quebram, batem, esfaqueiam ou pisam em crucifixos;
  •  Oferecem suas crianças a demônios; -
  • Colocam alfinetes em bonecos de cera feito à imagem das vítimas.

Imaginem o ódio que a sociedade passou a ter de todas as mulheres, especialmente àquelas que, de alguma forma, mostravam algumas dúvidas aos dogmas quase que obrigatórios a todas as comunidades, ou que possuíam alguns dons espirituais mediúnicos, por exemplo.

E, para piorar o genocídio, em 1620 ainda foi escrito um segundo tratado, o “Compendium Maleficarum de Guazzo”, dizendo que os adoradores de Satanás:

  • Voavam pelos ares com um cajado;
  •  Se besuntam com creme e óleos mágicos;
  •  Mudam de forma humana para a forma animal e vice-versa;
  •  Podem mudar o sexo de pessoas e animais;
  •  Juram obediência a Satanás, celebram, dançam, comem e bebem ao redor de fogueiras em louvor a Satanás, que comparece a estas celebrações na forma de um bode negro;
  •  Sufocam seus próprios bebês, cortam suas extremidades e cozinham seus troncos.

Novamente, a publicidade criado pela Igreja quase dizimou vilarejos inteiros, especialmente os que eram formados em sua maioria por mulheres. E, já deu para perceber de onde vem as idéias de séculos e séculos atrás, tão difundidas em filmes e canções (além de serem utilizadas na vida real por algumas seitas de fanáticos) sobre bodes, transformações na forma animal, sacrifício e devoração de corpos, poções mágicas, as maldições, os vodus, os rituais de oferendas humanas, entre outras?

Pois é.

Ela proliferou em grande escala graças aos próprios livros escritos pela Igreja!

Dito isso, uma pergunta é preciso ser feita: As adorações envolvendo estes tipos de rituais inseridos nos livros escritos pela Igreja, não teriam inspirado algumas pessoas a segui-los, muito embora tais rituais já existissem há muitos séculos?

Ou seja, não teria sido a Igreja a grande expandidora de mentes difundidoras de práticas ritualísticas, ligadas por ela ao Satanismo?

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