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Conduta satânica
Conduta satânica

A forma com que nos comportamos, nossa postura pessoal, nossos procedimentos e atitudes diante da sociedade... são atributos esses que se resumem em uma só palavra: conduta pessoal.

A conduta pessoal é um fator importante para a formação do caráter do indivíduo, podendo ser ela boa ou má.

O primeiro contato do homem com a conduta pessoal é junto da instituição familiar, em seus primeiros passos de vida diante da educação de seus pais.

Convivemos em um mundo onde estamos cercados de pessoas astuciosas, com más intenções, indivíduos que agem com atitudes estranhas as quais caminham na contra mão dos bons costumes e valores individuais.

Indivíduos com condutas negativas, que roubam, matam, que cometem crimes, que se corrompem, enfim, seres humanos que tentam convencer pessoas de bom caráter a cometerem deslizes que podem manchar sua conduta pessoal.

Manter nossa boa conduta pessoal, nossos valores e nosso caráter é uma questão de honra, mesmo que sejamos obrigados a conviver com pessoas desonestas e ignorantes.

A conduta pessoal é a chave para novas conquistas enquanto satanistas e para a credibilidade pessoal de cada indivíduo. Nós somos pessoas inteligentes e, por isso, sabemos que algumas qualidades são importantes para a projeção da nossa imagem.

Por exemplo: pontualidade, organização, tolerância com os mais humildes, ética entre outros.

E por sabermos que essas qualidades são importantes para a projeção da nossa imagem enquanto seguidores de Satan, nós desejamos tanto possuí-las que às vezes julgamos que elas já estão integradas à nossa conduta.

E falamos como se as possuíssemos. Ocorre que as pessoas que nos cercam, parentes, colegas de trabalho, amigos, enfim, aqueles que nos conhecem bem, observam que, na verdade, falamos de uma maneira, mas agimos de outra forma totalmente distinta.

Falamos com convicção que ser tolerante é importante, mas demonstramos intolerância na primeira oportunidade; pregamos uma ética satanista que nem sempre a seguimos.

Por esse motivo, passa a existir um divórcio, um descompasso entre a palavra e a atitude e a nossa comunicação e conduta perde credibilidade.

As palavras não podem ser proferidas de maneira vazia e irresponsável como se não tivessem significado e encerrassem em si mesmas o compromisso entre o que dizemos e a forma como agimos.

Essa é uma tarefa de todos os dias: observar se não estamos apenas falando por falar, fazendo uso de palavras ocas, que não identificam exatamente o que pensamos, acreditamos, sentimos ou fazemos.

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